
É... 2008 foi mesmo um balão. Um senhor balão cheinho de surpresas.
Quando o peguei, era assim... todo murcho, mas logo veio o fôlego para enchê-lo. Devia fazer isso, não?
Não necessariamente. Ora, poderia muito bem ter poupado meu fôlego e ficado à sombra
esperando a boa banda passar, meu conformismo agradeceria...
Mas que! Peguei o tal balão, soprei logo forte e ele logo se inflou. É, o ano já prometia...
Creio que me empolguei, o balão ficou perigosamente grande. Mas, e daí? o perigo é o que nos mantém vivo...
Só que... o balão terminou secando um pouco. Nem tudo era festa no meu mundo balonístico...
Mas... eis que levanto os olhos, e ao meu redor vejo pessoas que querem ver meu balão cheio,
cheio de tudo de bom! Minha força volta, o balão se enrijesse e ganha novo brilho no seu ciclo de gás carbônico e oxigênio. Sopro e encho, encho e sopro. E lá vai o balão crescendo ante meu rosto, e meu sorriso se alargando em meio ao bico engraçado que faço.
Houve momentos que a boca ficou seca, o fôlego tomado, mas tudo isso valia à pena, o balão estava sendo cheio. Eu procurei nos olhos ao meu redor e eram neles que eu retirava a força necessária para continuar.
E lá vinha o fim. O balão não ia durar mais muito tempo. Sim, ele ia estourar, ele vai estourar. Ele estourou. A sensação é rápida e prazerosa, toda a força do ano vem de encontro ao meu rosto, e eu sorrio, sorrio porque tudo isto me fortalece, tudo me constrói.
Trato logo de ajuntar os pedaços do outrora balão, o balão 2009 vai ser [re]construido com eles. E lá estarei eu, sempre soprando, sempre.
Quando o peguei, era assim... todo murcho, mas logo veio o fôlego para enchê-lo. Devia fazer isso, não?
Não necessariamente. Ora, poderia muito bem ter poupado meu fôlego e ficado à sombra
esperando a boa banda passar, meu conformismo agradeceria...
Mas que! Peguei o tal balão, soprei logo forte e ele logo se inflou. É, o ano já prometia...
Creio que me empolguei, o balão ficou perigosamente grande. Mas, e daí? o perigo é o que nos mantém vivo...
Só que... o balão terminou secando um pouco. Nem tudo era festa no meu mundo balonístico...
Mas... eis que levanto os olhos, e ao meu redor vejo pessoas que querem ver meu balão cheio,
cheio de tudo de bom! Minha força volta, o balão se enrijesse e ganha novo brilho no seu ciclo de gás carbônico e oxigênio. Sopro e encho, encho e sopro. E lá vai o balão crescendo ante meu rosto, e meu sorriso se alargando em meio ao bico engraçado que faço.
Houve momentos que a boca ficou seca, o fôlego tomado, mas tudo isso valia à pena, o balão estava sendo cheio. Eu procurei nos olhos ao meu redor e eram neles que eu retirava a força necessária para continuar.
E lá vinha o fim. O balão não ia durar mais muito tempo. Sim, ele ia estourar, ele vai estourar. Ele estourou. A sensação é rápida e prazerosa, toda a força do ano vem de encontro ao meu rosto, e eu sorrio, sorrio porque tudo isto me fortalece, tudo me constrói.
Trato logo de ajuntar os pedaços do outrora balão, o balão 2009 vai ser [re]construido com eles. E lá estarei eu, sempre soprando, sempre.
Bixo o conto tá bom, entretanto o final me pareceu auto-ajuda, meio Paulo Coelho. Olha pelo lado bom, isso vende muito. hehehe...
ResponderExcluirAbraço, Flávio Soares!
É assim que deve ser, devemos começar a encher o nosso balão, sem medo que ele venha a estourar.
ResponderExcluirGostei do paralelo que foi feito no seu texto...
Feliz 2009!!!
é...e haja fôlego!!!
ResponderExcluir[sim pq qdo fica murchinho,
as vezes nos falta força]
muito AR pra gente!
feliz 2009!
Ótima a analogia, mas o final poderia passar a mensagem que tu quis passar sem no entante ficar parecendo auto-ajuda, meio alá Paulo Coelho. Veja pelo lado bom, Paulo Coelho vende.. hehehe...
ResponderExcluirAbraços, Flávio Soares!
Dessa dança a gente nunca se cansa. ^^
ResponderExcluirUm 2009 cheio de balões para contar histórias.
=**